Desde que decidiu lançar o filho, Júlio Filho, como candidato a deputado estadual, o prefeito de São José de Ribamar, Dr. Julinho, passou a ser alvo de uma série de ataques e questionamentos políticos. As críticas vêm de diferentes setores, inclusive de adversários que saíram derrotados das últimas eleições.
O que chama atenção é a tentativa de criar um cenário de insegurança e caos no município. Mas será que esse cenário corresponde à realidade de São José de Ribamar?
Ao avaliar a gestão, é preciso considerar ações como a valorização salarial dos professores, as escolas climatizadas, o Centro de Reabilitação para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o CRAM, voltado ao atendimento de mulheres vítimas de violência, o Salão-Escola, que capacita e profissionaliza pessoas, além do concurso público, das escolas bilíngues e de outras iniciativas.
Outro ponto importante é a manutenção da folha de pagamento dos servidores em dia, conforme informado pela gestão municipal.
Diante desse conjunto de ações, é legítimo questionar: a quem interessa alimentar uma narrativa de caos em São José de Ribamar?
Mais recentemente, surgiu a afirmação de que uma eventual derrota da presidente da Câmara Municipal em uma eleição interna poderia abrir caminho para a cassação de Dr. Julinho. Mas qual seria o fundamento jurídico para essa possibilidade? Existe algum processo ou decisão que sustente essa afirmação?
É preciso separar disputas políticas de fatos concretos. Acusações graves exigem provas, e qualquer ameaça de cassação precisa ser analisada à luz da legislação e dos fatos que a fundamentariam.
No fim, fica uma pergunta que merece resposta: por que tanta pressão sobre Dr. Julinho neste momento e quais fatos, de fato, sustentam os ataques à sua gestão?
A população de São José de Ribamar merece transparência, informações verificáveis e um debate público baseado em fatos, não em rumores.









