Esse longo período de omissão administrativa deixou marcas profundas: prédios públicos desmoronaram, o cais caiu, ruas tornaram-se intrafegáveis e serviços básicos simplesmente deixaram de funcionar. O poder público perdeu o controle, a cidade perdeu estrutura e a população foi obrigada a conviver com o descaso.
O que se viu ao longo desses oito anos foi a degradação do patrimônio público, a paralisação de investimentos e a ausência total de gestão. Não houve planejamento, não houve cuidado e não houve compromisso com a cidade. O resultado foi um município sucateado, com equipamentos públicos inutilizados e duas administrações que falharam em suas missões básica de governar.
Com o retorno de Amin à Prefeitura, a realidade começou a ser enfrentada com seriedade.
Em apenas um ano, a atual gestão assumiu a responsabilidade de corrigir danos acumulados ao longo de oito anos de abandono. Obras foram retomadas, estruturas públicas recuperadas, a mobilidade urbana começou a ser restabelecida e serviços essenciais voltaram a funcionar.
O contraste é inegável. Aquilo que foi ignorado por oito anos está sendo enfrentado agora com trabalho, firmeza e responsabilidade. A gestão atual não se esconde dos problemas, não transfere culpa e não se omite. Governa, decide e age.
Hoje, a cidade volta a se reerguer. Não por acaso, não por discursos vazios, mas por ação concreta, compromisso público e respeito à população.
Quem ama, cuida!









